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terça-feira, 6 de setembro de 2011

MENSAGEM DE OTIMISMO: A ÁGUIA E AS GALINHAS



Um camponês criou um filhote de águia junto com suas galinhas.

Tratando-a da mesma maneira que tratava as galinhas, de modo que ela pensasse que também era uma galinha.

Dando a mesma comida jogada no chão, a mesma água num bebedouro rente ao solo, e fazendo-a ciscar para complementar a alimentação, como se fosse uma galinha. E a águia passou a se portar como se galinha fosse.

Certo dia, passou por sua casa um naturalista, que vendo a águia ciscando no chão, foi falar com o camponês:

- Isto não é uma galinha, é uma águia!

O camponês retrucou: - Agora ela não é mais uma águia, agora ela é uma galinha!

O naturalista disse: - Não, uma águia é sempre uma águia, vamos ver uma coisa...

Levou-a para cima da casa do camponês e elevou-a nos braços e disse:

- Voa, você é uma águia, assuma sua natureza !

- Mas a águia não voou, e o camponês disse:

- Eu não falei que ela agora era uma galinha !

O naturalista disse: - Amanhã, veremos...

No dia seguinte, logo de manhã, eles subiram até o alto de uma montanha.

O naturalista levantou a águia e disse: - Águia, veja este horizonte, veja o sol lá em cima, e os campos verdes lá em baixo, veja, todas estas nuvens podem ser suas.

Desperte para sua natureza, e voe como águia que és...

A águia começou a ver tudo aquilo, e foi ficando maravilhada com a beleza das coisas que nunca tinha visto, ficou um pouco confusa no início, sem entender o porquê tinha ficado tanto tempo alienada.

Então, ela sentiu seu sangue de águia correr nas veias, perfilou de vagar, suas asas e partiu num vôo lindo, até que desapareceu no horizonte azul."

Criam as pessoas como se galinhas fossem, porém, elas são águias.

Todos podemos voar, se quisermos.

Voe cada vez mais alto, não se contente com os grãos que lhe jogam para ciscar.

Nós somos águias, não temos que agir como galinhas, como as vezes querem que sejamos.

Pois com uma mentalidade de galinha fica mais fácil controlar as pessoas, elas abaixam a cabeça para tudo, com medo.

Conduza sua vida de cabeça erguida, respeitando os outros, sim, mas com medo, nunca!



 

DIOCESE DE AMARGOSA: GRITO DOS EXCLUÍDOS





Ao longo desta semana, de 1º a 7 de setembro, todas as regiões do país celebram a 17ª edição do Grito dos Excluídos, cujo lema é “Pela vida grita a terra... Por direitos todos nós”. Trata-se de um conjunto de manifestações populares carregada de simbolismo, aberta às pessoas, grupos, entidades, Igrejas e movimentos sociais comprometidos.

Três são os objetivos da mobilização nacional: denunciar o modelo político e econômico que concentra riquezas e condena milhões de pessoas à exclusão social; tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome; e por último, propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social.

Realizado desde 1995, o Grito dos Excluídos teve origem no então Setor Pastoral Social da CNBB, cujo presidente na época, era o bispo de Jales (SP), dom Luiz Demétrio Valentini. Para ele, os 17 anos de realização do Grito mostram sua força e modelo eficiente para propor discussões em torno dos problemas sociais do país. O bispo elenca algumas das bases que sustentam a mobilização por tantos anos.

“Sua ligação com a temática tratada pela Campanha da Fraternidade a cada ano, depois a vinculação com a CNBB, a convocação para o dia da pátria, da Independência; o resgate de valores da cidadania”, sublinhou. Tem contribuído também para o crescimento do Grito as reflexões sobre temas essenciais para a vida da democracia brasileira.

“A cada ano somos levados a refletir sobre os gritos que se levantam e que precisam ser ouvidos; somos chamados a dar respostas conscientes para a nossa pátria, como em relação às drogas e à juventude que é traiçoeiramente envolvida por ela, tendo em vista que a população brasileira corre perigo; o grito muito forte contra a corrupção política, que se estende por tanto tempo e, em relação à natureza, que precisa ser cuidada”, enumerou.

O membro da coordenação nacional do Grito dos Excluídos, Ari Alberti, destaca que o Grito tem um papel muito forte de conscientização e envolvimento da população brasileira. “É uma forma de dizer que não queremos apenas ver no dia da pátria, passivamente, o desfile de soldados e armas de guerra, mas queremos participar e exigir os nossos direitos e uma sociedade igual para todos”. Segundo Alberti, o evento tem crescido nos últimos anos e recebido adesão de muitas cidades, como exemplo o município de Jundiaí, no interior de São Paulo, que vai realizar o Grito pela primeira vez.

“O Grito dos Excluídos é hoje uma realidade nacional e acontece em todos os estados, além de receber adesão de novas cidades todos os anos. É um processo de construção coletiva que não se esgota no evento, mas há um antes, um durante e um depois com consequências para a vida das pessoas”, afirmou.

As atividades desenvolvidas na Semana da Pátria são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos.

Histórico

O Grito dos Excluídos teve origem no então Setor Pastoral Social da CNBB. Sua primeira edição deu continuidade à reflexão da Campanha da Fraternidade de 1995, cujo tema foi “Fraternidade e Excluídos” e lema foi “Eras, tu, Senhor”.

Por outro lado, brotou da necessidade de concretizar os debates da 2ª Semana Social Brasileira, realizada nos anos de 1993 e 1994, com o tema “Brasil, alternativas e protagonistas”. Ou seja, o Grito é promovido pela Pastoral Social, mas, desde o início, conta com numerosos parceiros ligados às demais Igrejas do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), aos movimentos sociais, entidades e organizações.

O pressuposto básico do Grito é o contexto de aprofundamento do modelo neoliberal como resposta à crise generalizada a partir dos anos 70 e que se agrava nas décadas seguintes. É nesta dinâmica que a Diocese de Amargosa está se preparando para a grande caminhada que acontecerá em toda Diocese.

Fonte: Rádio Clube de Santo Antonio de Jesus (Hélio Alves)



 

DIOCESE DE JEQUIÉ NA BAHIA: LUTA A FAVOR DO POVO



Grito dos Excluídos 2011 em Jequié-BA

Em sua 17ª edição, o Grito dos Excluídos acontecerá no dia 7 de setembro, em várias cidades ao mesmo tempo em todo o País.

O evento é organizado pela CNBB, pelo Conselho Nacional do Laicato do Brasil e entidades ligadas a Igreja Católica, em parceria com a sociedade civil. Na Diocese de Jequié, uma equipe composta por membros do Conselho de Leigos, Coordenação Diocesana das CEBs e várias entidades religiosas e civis, já estão preparando o GRITO DOS EXCLUIDOS 2011 a ser realizado durante as comemorações que acontecem em Jequié-BA. Será iniciado com uma grande caminhada saindo da Praça do Viveiro no final do desfile, percorrendo em seguida toda Avenida Rio Branco, Centro, onde ocorrerão outros eventos. A comissão organizadora esta cuidando para que nenhum detalhe seja esquecido, envolvendo a divulgação, a Caminhada, a Animação, e uma Celebração Ecumênica que aconteceu no dia 05 de setembro antecedendo o Grito.

Toda programação já foi definida para que o evento atinja seu propósito de fazer ecoar o Grito daqueles menos ouvidos pela sociedade.

Este ano o tema do Grito dos Excluídos é “Vida em primeiro lugar” e lema “Pela vida grita a TERRA... Por direitos todos nós”!

  • · 17º Grito dos Excluídos
  • · Dia 7 de setembro de 2011 início às 08 horas
  • · Concentração na Praça do Viveiro, Centro, que vai sair no final do desfile
  • · Organize sua Igreja, Comunidade, Grupo e Movimento, Associação, leve suas bandeiras, convide seus amigos e participe do Grito dos Excluídos 2011!

Como diz a musica do saudoso Zé Martins:

Traga a bandeira de luta, deixa a bandeira passar. Essa é a nossa conduta, vamos unir pra mudar. (2x)

Deixe fluir a esperança porque na lembrança vamos resgatar. Guardada bem na memória a nossa história vai continuar

Bate cundum na Bandeira, o bate cundum da mudança chegou. É na roça, na cidade, na sociedade sou trabalhador.

Somos da história sujeitos e nossos direitos não podem acabar Os nossos sonhos de busca, de paz, e justiça vão continuar.

Fonte: Pastoral da Comunicação da Diocese de Jequié


ARQUIDIOCESE DE SALVADOR PREPARA CELEBRAÇÃO DO GRITO DOS EXCLUÍDOS



A arquidiocese de Salvador (BA) se prepara para celebrar nesta quarta-feira, 7, o Grito dos Excluídos 2011, “Pela vida grita a terra... Por direitos todos nós!”. A concentração das pastorais, escolas, sindicatos e associações que integram a manifestação será às 9h, no Centro de Pastorais, no bairro do Garcia.
Antecedendo o evento, a Ação Social promove uma série de eventos para conscientizar e envolver as pessoas nas temáticas do Grito. Nas comunidades, associações de moradores e projetos sociais haverá atos públicos, celebrações especiais, seminários, cursos de reflexão, teatro, música e acampamentos.
De acordo com o vice-presidente da Ação Social Arquidiocesana (ASA), padre José Carlos Santos Silva, o Grito dos Excluídos é uma manifestação popular aberta a grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos. “O Grito é um espaço de participação livre e popular em que os próprios excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem à luz o protesto oculto nos esconderijos da sociedade e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças”, afirma.
“O tema deste ano é um clamor que brota do coração de milhares de homens e mulheres que são vítimas da contradição evidente entre a compulsão do crescimento econômico e o consumo; das diferenças socioeconômicas, das crises agudas relacionadas ao empobrecimento dos ecossistemas, à vida e ao direito do ser humano. Outro fator é a ligação com a Campanha da Fraternidade, que trata, neste ano, do meio ambiente”, afirma padre José Carlos.


Fonte: Regional Nordeste 3 (Bahia - Sergipe)


A BÍBLIA NOS ENSINA A VIVER A ESPERANÇA, DEUS ESTÁ SEMPRE CONOSCO



A BÍBLIA É UM LIVRO SANTO DE ESPERANÇA...

domingo, 4 de setembro de 2011

LITURGIA DOMINICAL: UMA COMUNIDADE PROFÉTICA E PROFETIZADA



Leituras: (Ez 33,7-9; Sl 94; Rm 13,8-10; Mt 18,15-20)

     Nós temos uma grande dificuldade em separar o pecado do pecador. De separar o erro daquele que erra. E decorrente disso, partimos para a vingança, ou para a impunidade.
Por vingança, o marido traído mata a esposa. Por vingança, o empregado despedido incendeia a fábrica ou a loja do patrão. Pela impunidade do Estatuto do Menor, são cometidos crimes bárbaros. Pela impunidade ou pela flacidez das leis, os cofres públicos são esvaziados para encher muitos bolsos.
     O mesmo Jesus que disse que devemos perdoar  70 x 7 vezes, isto é, infinitas vezes, foi o mesmo que pegou um chicote e expulsou os vendilhões que tinham transformado o Templo em covil de ladrões. Foi o mesmo Jesus que disse nas caras dos fariseus e doutores da Lei, todos os seus defeitos em  público, chamando-os de hipócritas, e de sepulcros caiados (defuntos maquiados),  e por detro por fora bonitinhos e por dentro podres...
     Toda liturgia deste domingo é um convite para sermos verdadeiros profetas, homens e mulheres de ação, do Deus que Salva, Chama e Envia. Quem são os profetas? Na sociedade de hoje agimos como profetas? Na comunidade cristã somos todos profetas e, ao mesmo tempo, destinatários da profecia. Isto é, a comunidade cristã não está dividida entre os poucos - que estão acima -, que dizem aos demais aquilo que devem fazer, e outros, a maioria, que está abaixo e obedece. O evangelho de hoje nos fala de uma comunidade que compartilha do mesmo Espírito. Os discípulos participam em igualdade de condições do culto ("onde dois ou três se encontram reunidos em meu nome..."), da oração ("se dois de vocês puserem-se de acordo na terra para pedir algo..."), da tomada de decisões (“tudo aquilo que unirem na terra será unido no céu..."), e na correção fraterna ("se teu irmão pecar, repreende-o a sós..."). O profetismo é, portanto, responsabilidade da comunidade e de cada um de seus membros. A profecia não é exclusividade de nenhuma pessoa na comunidade. Mas, para ser cristã, essa profecia deve levar em conta dois aspectos muito importantes. Saibamos que todos nós batizados somos profetas.
     A profecia não tem sentido se não for concretizada em um contexto de amor. Paulo nos diz na segunda leitura: "aquele que ama cumpriu o resto da lei" e "amar é cumprir a lei inteira". Profecia ou correção fraterna cabe apenas no contexto do amor: amor pelos irmãos e irmãs; amor pela humanidade; amor pela criação. O amor sempre cheio de compaixão e de misericórdia. No dia em que empregarmos a profecia contra algo ou alguém, não seremos profetas verdadeiramente e estaremos traindo o Espírito de Jesus.
   Prezado leitor. Se nós somos imitadores de Cristo, temos de fazer uma grande força para separar as duas coisas. O erro da pessoa que erra. Precisamos dosar com imparcialidade e critério de justiça os delitos e infrações cometidas pelos nossos irmãos. Deixemos a raiva passar, para depois sentenciar. Nunca devemos punir na hora da emoção maior, pois assim, cometeremos injustiça ou vingança pensando que estamos punindo um erro, e não a pessoa. 
     O padre pedófilo tem de ser perdoado, sim. Mais a pedofilia não pode continuar a fazer parte da vida da Igreja. Aquele prefeito que não resistiu a tentação de botar a mão no dinheiro público, não deve ser morto por vingança, mas sim, punido, pois Jesus disse que toda injustiça deve ser corrigida. Do mesmo modo, aqueles que estão desviando o dinheiro da Previdência Social para os seus bolsos, serão perdoados, porém precisam devolver todo o dinheiro para que os aposentados não passem fome injustamente.
   Portanto, amados irmãos e irmãs sejamos verdadeiramente instrumentos do Reino de Deus no mundo como verdadeiros profetas. Peçamos a Ele a sabedoria para separarmos o pecado do pecador.
Homilia: Pe. Erivaldo

 

PAI NOSSO - CANTORES DE DEUS


sábado, 3 de setembro de 2011

MÊS DA BÍBLIA



O grande São Jerônimo, presbítero e doutor, cuja memória celebramos no final do mês de setembro, dia 30, nos motivou desde o início e motiva ainda hoje para a dedicação do mês de setembro inteiro para ser o da Bíblia. Sabemos da importância do trabalho bíblico de São Jerônimo realizando a tradução da Vulgata; e sua frase é emblemática: “Desconhecer as Escrituras é desconhecer o Cristo”.
Também já é uma bonita tradição, a CNBB, através da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, oferecer um tema para o Mês da Bíblia para o estudo, a reflexão, a oração e a vivência da Palavra de Deus. O tema pode girar ou em torno de trechos bíblicos, ou de um Livro bíblico, ou até de um conjunto de Livros bíblicos. A escolha do tema para o Mês da Bíblia deste ano de 2011, concentrou-se no trecho do Livro do Êxodo, capítulos 15,22 a 18,27, que é conhecido como o “Livro da Travessia”. É necessário olharmos as etapas da travessia desértica do Povo de Deus, saindo do Egito e buscando a Terra Prometida: as dificuldades enfrentadas pelo Povo de Deus, tanto os problemas da natureza, quanto os desafios oriundos pela convivência humana, criaram a necesidade de enraizar e vivenciar a fé, a esperança e o amor em Deus. Queremos aprender com o Povo de Deus a realizarmos a nossa travessia de discipulado e missão. Eis, pois, o tema tão propício para o Mês da Bíblia de 2011: “Travessia, passo a passo, o caminho se faz”. Mas, o fundamental em tudo isso, é estar próximo ao Senhor Deus. Assim, do capítulo 16, versículo 9, é tirado também o lema: “Aproximai-vos do Senhor”.
Vamos viver intensamente o Mês da Bíblia em todas as nossas comunidades cristãs espalhadas pelo território nacional. Que bom que temos um Subsídio elaborado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, que, usado em nossos Grupos Bíblicos, nos ajudará a conhecer e interpretar, a comungar e orar, a evangelizar e proclamar a Palavra de Deus e assim caminharmos sempre mais para uma verdadeira ANIMAÇÃO BÍBLICA DA PASTORAL, formando entusiastas discípulos missionários de Jesus Cristo.


IGREJA NO BRASIL CELEBRA O MÊS DA BÍBLIA COM O ESTUDO DO LIVRO DO ÊXODO


“Desconhecer as Escrituras é desconhecer o Cristo”, com essa frase, de São Jerônimo, que a Igreja celebra, nesse mês de setembro, o Mês da Bíblia. Neste ano, o estudo proposto pela Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), será o Livro do Êxodo, capítulos 15,22 a 18,27, que é conhecido como o “Livro da Travessia”.
O Mês da Bíblia tem como tema “Travessia, passo a passo, o caminho se faz”, e o lema “Aproximai-vos do Senhor”.
O presidente da Comissão para a Animação Bíblico-catequética e arcebispo de Pelotas (RS), dom Jacinto Bergmann, escreveu uma mensagem para toda a comunidade cristã que celebra o Mês da Bíblia.
Dom Jacinto pede que todos procurem viver intensamente o esse mês, em todas as comunidades cristãs espalhadas pelo território nacional. “Que bom que temos um Subsídio elaborado pela Comissão para a Animação Bíblico-catequética, que, usado em nossos Grupos Bíblicos, nos ajudará a conhecer e interpretar, a comungar e orar, a evangelizar e proclamar a Palavra de Deus e assim caminharmos sempre mais para uma verdadeira animação bíblica da pastoral, formando entusiastas discípulos missionários de Jesus Cristo”, destacou.
Com esse mesmo entusiasmo que toda Diocese de Amargosa, através da Pastoral de Comunicação nos informou, que as paróquias estão vivendo uma única experiência: BEBER DA SABEDORIA DO POVO DE ISRAEL. Assim, o mês de setembro para nossa Igreja diocesana, é uma catequese para melhor conhecer Jesus e seus ensinamentos.


REFLEXÃO

Lc 4, 38-44

Por que as pessoas procuram a religião? A maioria das pessoas que procuram a religião o faz por motivos egoístas, procuram a Deus para fazer dele seu servidor, querem proteção, saúde, sucesso econômico, profissional, social ou afetivo, ou fogem do medo do desconhecido, do sobrenatural ou da própria morte. Devemos procurar na religião um relacionamento pessoal e amoroso com o próprio Deus, para que possamos servi-lo amando os nossos irmãos e irmãs. Para isso, precisamos conhecer o Evangelho, no qual Jesus anuncia a boa nova do Reino de Deus. A partir do conhecimento do Evangelho, vamos nos sentir apelados por Deus para a vivência concreta do amor e, a partir de uma resposta positiva a esse apelo, teremos um relacionamento maduro e amoroso com Deus. 
Fonte: Informativo da CNBB